domingo, 19 de julho de 2020
quinta-feira, 7 de maio de 2020
domingo, 13 de julho de 2014
terça-feira, 11 de março de 2014
True Detective: Iluminação pelas Trevas.
"Revela coisas profundas da escuridão e traz à luz densas sombras."
Jó 12:22.
True Detective, o
seriado de 8 partes da HBO, me segurou pelo personagem Rust Cohle (Matthew
McConaughey). Um indivíduo inteligente, introvertido, cético, totalmente desiludido da
vida em oposição ao parceiro Marty Hart
(Woody Harrelson), homem de família, religioso e profissional mediano no
interior da Louisiana, região dos pântanos, das superstições católicas e das
práticas vodus.
segunda-feira, 10 de março de 2014
Inspirações em Quadrinhos - Parte II: Steve Englehart e o Doutor Estranho (um mago muito melhor do que John Constantine)
Steve Englehart é um escritor estadunidense, formado em
psicologia, que enveredou por várias personagens de quadrinhos (Batman, Capitão
América, Vingadores, Liga da Justiça citando alguns) sendo um dos mais
profícuos autores do meio nos anos 70 e 80. Foi indicado a vários prêmios da
indústria de quadrinhos ganhando o Eagle Awards como melhor escritor em 1978
entrou para o rol da fama do Eagle.
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domingo, 9 de março de 2014
Inspirações em Quadrinhos - Parte I: Jim Starlin e os heróis que não riem.
Ainda criança, lá pelo ano de 1982, comecei a colecionar pra
valer gibis de super-heróis; antes eu me recordo de ler alguns esporadicamente
junto com os tradicionais Turma da Mônica e quadrinhos Disney. Comecei com
Super Aventuras Marvel e , quando o dinheiro do ‘paitrocinio’ permitia, comprava
edições saltadas de Heróis da TV, Hulk, Homem-Aranha e Capitão América. Percebi que aventuras envolvendo o espaço
sideral me atraiam mais e, entendendo isso somente mais velho, estórias de
caráter metafísico – Jornada nas Estrelas passava na TV na
mesma época e contribuiu muito para a minha ‘formação’. Nesse ambiente dois personagens me atrairam
mais: Adam Warlock e Doutor Estranho, o que me levou aos autores: Jim Starlin e Steve Englehart. Tratarei do primeiro neste artigo.
domingo, 14 de julho de 2013
Rótulo da Cerveja 'Cuvée do Cramulhão'
Meu primeiro trabalho de design envolvendo rótulo de cerveja. A proposta era trabalhar com uma cerveja tendo 18% de álcool, portanto forte, baseada no mito do demônio dentro da garrafa, que teve grande destaque nas novelas Paraíso e Renascer da Rede Globo - o que me agradou também foi o fato de poder desenhar um mascote, algo que gosto muito.
A minha ideia envolvia seguir um estilo cordel pois o 'cramulhão' é um conceito já difundido no Brasil e combinaria com essa manifestação bem popular e enraizada culturalmente.
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Querido Facebook...
Meus post mais curtido:
Querido Facebook,
Semana passada tive a verdadeira noção de que não passo de um mortal qualquer, mais uma pessoa entre bilhões nesta bola azul, um pontinho insignificante no universo infinito. Fui ao banheiro e a obra de arte saiu agigantada e seca prejudicando o anel. A coisa ficou dolorida pacas, mal podia sentar. Passei um dia, de pé, na vã esperança de que fosse sarar sozinho.
No segundo dia tive vontade de ir ao banheiro; não fui. Medo! Mal podia sentar, imagine fazer aquilo? Passei o dia todo atento a qualquer sensação na área de escape, torcendo para que o esquilo não saísse da toca. Não consegui me concentrar em mais nada naquelas eternas 16 horas de intensa e paranóica vigília. Nutri-me como uma planta - à base de água e luz - para que não produzisse outra daquelas.
Querido Facebook,
Semana passada tive a verdadeira noção de que não passo de um mortal qualquer, mais uma pessoa entre bilhões nesta bola azul, um pontinho insignificante no universo infinito. Fui ao banheiro e a obra de arte saiu agigantada e seca prejudicando o anel. A coisa ficou dolorida pacas, mal podia sentar. Passei um dia, de pé, na vã esperança de que fosse sarar sozinho.
No segundo dia tive vontade de ir ao banheiro; não fui. Medo! Mal podia sentar, imagine fazer aquilo? Passei o dia todo atento a qualquer sensação na área de escape, torcendo para que o esquilo não saísse da toca. Não consegui me concentrar em mais nada naquelas eternas 16 horas de intensa e paranóica vigília. Nutri-me como uma planta - à base de água e luz - para que não produzisse outra daquelas.
sexta-feira, 23 de março de 2012
O Poder do Mito
Jasão e a serpente
Se os heróis da mitologia estavam em poemas como a Ilíada e a Odisséia e na tradição oral, hoje eles caminham entre nós.
Um herói, por definição, era um humano, aparentemente normal, capaz de feitos além do que se esperava de uma pessoa, transcendendo o comum. Tais heróis eram parte da mitologia que tinha como função colocar o homem em contato com o seu inconsciente - e assim com o transcendente - ou transmissão de valores morais.
segunda-feira, 12 de março de 2012
Superman: Literalmente um Mito Solar
Na minissérie All Star Superman (Grandes Astros Superman no Brasil) o famoso herói alienígena foi alçado ao status de mito. Como não poderia ser diferente, o autor foi Grant Morrison, demonstrando, novamente, a sua erudição na área religiosa-mitológica e a profunda compreensão do que é a Jornada do Herói - para os que desconhecem, o mito do Herói Solar é constante na história humana como observou Joseph Campbell: trata-se de um padrão onde um indivíduo que sofre grandes adversidade, possuindo uma origem divina desconhecida a princípio, enfrenta situações extremas, as supera, morrendo para renascer ao final. Dos heróis gregos a Jesus Cristo passando pelos mitos do oriente e indígenas, o herói sempre esteve presente na cultura humana.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Marketing e Religião: Quem Manda é a Mulher - Final

9 - Mistério - O mistério é um dos motivadores das religiões. O que existe depois da morte? O que é Deus? Ele existe? Porque estamos aqui? Religiões podem ser usadas como confortos em meio a estas dúvidas estressantes, principalmente às relativas a morte. A incerteza gera medo que desemboca em superstição, que pode ser usada pelo mercado. Por exemplo o das teorias da conspiração. Inúmeros livros e vídeos são lançados sobre o tema e, não raro, utilizado por vários cultos religiosos a fim de instalar o processo de insegurança, como vimos no item 3 (Poder sobre os Inimigos). O foco padrão desse mercado são homens poderosos como presidentes dos EUA ou empresários como Bill Gates quase sempre ligados a fraternidades secretas e ordens esotéricas um vasto repositório para projeções conspiracionistas - Dan Brown que o diga. Não estou falando de outra coisa senão do cérebro emocional sendo trabalhado.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Marketing e Religião: Quem Manda é a Mulher - Parte IV
A Verdade está aqui dentro
5 - Narração de histórias - As grandes religiões são marcadas por histórias, principalmente de seus profetas. O maior exemplo para o ocidente é o bíblico, onde a história do povo judeu mistura-se a da própria religião daquele povo. Histórias são usadas como exemplos de conduta, justificativa de pontos de vista e metáforas. Muitas valorizam o esforço dos seus expoentes em prol da causa, momentos marcantes e até sobrenaturais - o que seria uma das demonstrações mais relevantes da autenticidade pois toca profundamente as dopaminas. Moisés abrindo Mar Vermelho ou descendo com as leis do seu povo bem como os milagres de Jesus Cristo ou a superação de Sidarta Galtama atingem diretamente o lado emocional do fiel por mais anti-naturais que pareçam. É tanto verdade que o questionamento desses eventos, não raro, causa reações calorosamente negativa dos que acreditam.
Da mesma maneira acontece com marcas: as histórias das criações de muitas servem como o elemento que toca as emoções, pois são pródigas em feitos ousados e lances de sorte (que seriam o equivalente a interferência divina). Como na história da Microsoft onde jovens ousados e inteligentes, porém nitidamente mais fracos, dobram a gigante IBM emplacando um acordo que os faria bilionários causando uma revolução social ao, popularizarem o computador. Mais Davi e Golias do que isso não existe. Da mesma maneira a Apple onde, novamente, jovens contanto apenas com a inteligência e habilidades obtenham vitórias expressivas ludibriando monstros infinitamente mais fortes (no caso da interface gráfica e mouse da Xerox). Ambas as empresas compartilham da figura equivalente a um profeta dotado da qualidade que mais os fez relevantes na história, um ideal. Sem dúvida havia interesses financeiro mas o ideais estimulam o córtex orbitofrontal (ver o item Visão Clara).
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sábado, 30 de julho de 2011
Marketing e Religião: Quem Manda é a Mulher - Parte III
É Diferente mas Igual
Como vimos, os estudos de neuromarketing mostraram que o processo decisório é fortemente baseado na emoção - ou a parte feminina do cérebro - que, por sua vez, é o elo principal que une religião e o consumo. Mas Lindstrom (2009) mapeou outros dez pontos onde ambos se conectam de forma intrinseca:
1 - Sensação de Pertencimento - participar de uma determinada igreja evoca as mesmas sensações de usar produtos de uma marca, quase como sentir-se membro de um clube restrito - donos de Harley Davidson e macmaníacos que os digam. Religiões possuem um fator de agregação social muito forte e isso também é encontrado no consumo de marcas, onde este é impulsionado por uma necessidade de aceitação social, pois a etiqueta fala pela pessoa bem como fazer parte de um grupo religioso pode dizer muito sobre o caráter e valores dela.
O consumo de marcas esportivas, por exemplo, segue o mesmo padrão. Entre homens: em quantas rodas de estranhos já não iniciamos uma conversa ao saber que a pessoa torcia para o mesmo time que você? Isso ajuda na aproximação. E a devoção igualmente religiosa tendendo ao fanatismo de determinados torcedores que os une em um grupo? O termo "nação corintiana" aciona os mesmos mecanismos emocionais do que "povo de Deus" em termos de agregação social. Vemos a mesma coisa no ramo musical. Fãs de rock existem aos montes andando com as suas camisas pretas, cabelos grandes reunindo-se em suas diversas tribos. O homem possui uma necessidade instintiva de se reunir, fazer parte de grupos assim como várias espécies de mamíferos, principalmente os superiores, e lembrando São Tomás de Aquino em 1273: "O homem é por natureza, animal social e político, vivendo em multidão."
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Marketing e Religião: Quem Manda é a Mulher - Parte II
- A Parte Racional - é o homem da casa, o senhor da razão. É a área mais nova do órgão chamado de córtex pré-frontal, presente nos primatas superiores, porém mais desenvolvida no ser humano. Na tomada de decisões é responsável pela análise lógica e fria de uma situação, tendo a capacidade de ignorar as emoções: é o cocheiro que controla os cavalos (ou pelo menos tenta).
Esta estrutura foi um avanço tremendo na evolução (desculpem-me Criacionistas), pois permitiu o ser humano contemplar a si próprio e as emoções dando a ele a capacidade de ignorá-las se necessário. Por exemplo, se formos ceder sempre ao cérebro emocional na hora de uma compra, corremos o sério risco de passarmos por problemas financeiros.
Os religiosos sabiam bem disso ao conceber o conceito de tentação tão bem exemplificado na passagem onde Jesus Cristo é tentado pelo diabo, uma excelente metáfora para o embate dos córtex orbito e pré-frontal. A parte racional resistiu as provocações da irracional mantendo-se fiel as suas crenças negando seus instintos de sobrevivência na primeira tentação, rebatendo uma afirmação intelectual com outra mostrando capacidade raciocínio e discernimento intelectual na segunda e na terceira resistindo aos sentimentos de posses materiais através de sentimentos relativos a sua fé de modo consciente. Um significativo exemplo de controle racional em uma situação emocional extrema.
sábado, 23 de julho de 2011
Marketing e Religião: Quem Manda é a Mulher
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Associação controversa para muitos, marketing e religião andam lado a lado. Apesar de aparentemente não guardarem relação - afinal, o que ciência de mercado tem haver com religião* - uma visão mais aproximada revela muitas semelhanças. Não me refiro as idéias ja bastante conhecidas de corporativização religiosa e sim as semelhanças ontológicas entre ambos.
Mas para explicar melhor é necessário enveredar pelo verdadeiro órgão responsável por levar alguém tanto ao shopping quanto a uma igreja: o coração.
Quem manda de verdade lá em casa
Tanto no prazer em buscar o contato com uma inteligência superior quanto em decidir por qual carro comprar os mesmos mecanismos emocionais são ativados. Existe algo em comum acontecendo dentro da nossa cabeça ligado a sentimentos diversos: decisões emotivas.
Quem manda de verdade lá em casa
O que é a intuição feminina? É o resultado de milhares de anos sem pensar.
Anedota popular
Tanto no prazer em buscar o contato com uma inteligência superior quanto em decidir por qual carro comprar os mesmos mecanismos emocionais são ativados. Existe algo em comum acontecendo dentro da nossa cabeça ligado a sentimentos diversos: decisões emotivas.
Lehrer (2010), através de estudos neurológicos explica como o processo funciona em um cérebro dividido entre a razão e a emoção. A teoria vigente até então colocava a razão sob os holofotes deixando as emoções como coadjuvantes. Mas as análises demonstraram que o ator principal é outro. Vamos ao elenco começando pelas damas:
- A parte emocional - poderíamos chamar de parte feminina do cérebro por razões óbvias. Basicamente é formada pelo sistema límbico que, por sua vez, é composto pelos setores mais primitivos do órgão. A parte mais nova chamada de neocórtex pertencente aos mamiferos superiores sendo ela que nos diferencia dos animais por ser a sede do raciocínio lógico, inteligência e da moralidade.
domingo, 5 de dezembro de 2010
Mascotes na Estratégia de Marca
Parte da ciência do branding, os mascotes ajudam no processo de diferenciação da marca e contribuem para aumentar a ligação emocional do consumidor com a mesma*. Considero esta ultima a grande vantagem de se utilizar mascotes. O desenho de personagens tem o poder de síntese e expressão de valores mais elevado do que um logotipo, uma vez que logos possuem um abstração formal acentuada que limita a sua capacidade de transmissão de idéias. Obviamente não irei fazer comparações de superioridade entre logotipo e mascote pois a diferença entre ambos garante a existência de cada um na estratégia de marca.

Pesquisas demonstram que produtos que utilizam personagens mesmo com preço 15% superior ao similar sem personagem, podem vender 30% ou 40% mais, segundo Bonfá e Rabelo (2009) quando o público alvo é infantil. A capacidade cognitiva da criança ainda não está desenvolvida o suficiente para responder a logotipos e a discursos de valores, entendo melhor a imagens que despertam reações emocionais mais imediatas. Lembrando que as crianças não são as únicas atingidas pelo branding com mascotes, tendência natural, pela maioria esmagadora de personagens lúdicos usados. Mulheres também uma vez que, como mães, são as decisoras da compra dos filhos até uma faixa de 8 anos mais ou menos e influenciadoras até o início da adolescência. Elas também respondem a mascotes no segmento de produtos para o lar, como alimentos e produtos de limpeza. Atribuo as respostas desses dois segmentos aos mascotes pela conexão emocional mais presente do que o masculino adulto.

Logotipo e mascotes das Olimpíadas na China
Pesquisas demonstram que produtos que utilizam personagens mesmo com preço 15% superior ao similar sem personagem, podem vender 30% ou 40% mais, segundo Bonfá e Rabelo (2009) quando o público alvo é infantil. A capacidade cognitiva da criança ainda não está desenvolvida o suficiente para responder a logotipos e a discursos de valores, entendo melhor a imagens que despertam reações emocionais mais imediatas. Lembrando que as crianças não são as únicas atingidas pelo branding com mascotes, tendência natural, pela maioria esmagadora de personagens lúdicos usados. Mulheres também uma vez que, como mães, são as decisoras da compra dos filhos até uma faixa de 8 anos mais ou menos e influenciadoras até o início da adolescência. Elas também respondem a mascotes no segmento de produtos para o lar, como alimentos e produtos de limpeza. Atribuo as respostas desses dois segmentos aos mascotes pela conexão emocional mais presente do que o masculino adulto.
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Fui um pouco de notícia II
Colaborador da LG há pouco mais de 3 anos, Herman Faulstich, teve uma trajetória profissional movimentada. Mesmo antes de se formar, em Desenho Industrial na UFRJ, no ano de 2000, trabalhou na Politec do Rio de Janeiro, reformulando o site do INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) e formulários para a Caixa Econômica Federal.
"Após o término do contrato montei um escritório de design com 2 sócios em Niterói (RJ), na época da 'bolha da internet' onde atuávamos com design gráfico e web design. Chegamos a ter clientes como Zélia Duncan (site) e GNT-Rede Globo (material impresso)", relembra. Logo depois, Herman migrou para a área de engenharia de software, em Brasília, trabalhando na empresa Cast T.I.. "A empresa necessitava de um profissional que cuidasse da padronização das interfaces dos projetos pois a taxa de rejeição dos clientes era grande. Ele garante ainda que esse foi o maior projeto do qual participou, onde coordenou uma célula com 3 web designers, devido ao grande número de telas (mais de 2.000). "Umas das dificuldades deste projeto, na minha área em específico, foi tornar algumas funcionalidades acessíveis a deficientes visuais. Isso exige um trabalho cuidadoso tanto em interface quanto em código", explica.
"Após o término do contrato montei um escritório de design com 2 sócios em Niterói (RJ), na época da 'bolha da internet' onde atuávamos com design gráfico e web design. Chegamos a ter clientes como Zélia Duncan (site) e GNT-Rede Globo (material impresso)", relembra. Logo depois, Herman migrou para a área de engenharia de software, em Brasília, trabalhando na empresa Cast T.I.. "A empresa necessitava de um profissional que cuidasse da padronização das interfaces dos projetos pois a taxa de rejeição dos clientes era grande. Ele garante ainda que esse foi o maior projeto do qual participou, onde coordenou uma célula com 3 web designers, devido ao grande número de telas (mais de 2.000). "Umas das dificuldades deste projeto, na minha área em específico, foi tornar algumas funcionalidades acessíveis a deficientes visuais. Isso exige um trabalho cuidadoso tanto em interface quanto em código", explica.
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