Usabilidade é o termo pelo qual a ciência chamada
Ergonomia de Software é mais conhecida. E a ergonomia, por sua vez, é a área do saber humano destinada ao estudo das relações homem/máquina, focando nas áreas de interação entre ambos (interface). Ao se desenvolver um painel para um carro, uma cadeira de escritório ou o cabo de uma ferramenta, existe um profissional de ergonomia envolvido. Normalmente é um
desenhista industrial. Esse profissional é responsável por analisar a relação entre o usuário e o produto, estabelecendo as características necessárias no produto para que ele se adeqüe ao homem. Para a realização desta tarefa exige-se conhecimento de fatores humanos - psicológicos, cognitivos e fisiológicos - e dos meios de produção específicos, já que não adianta nada projetar algo cuja produção ou implementação sejam onerosas ou totalmente inviáveis.
No caso da
engenharia de software, a usabilidade tem seu foco primário na
interface gráfica dos programas, visando facilitar ao máximo sua utilização pelo usuário. Essa abordagem se encaixa na prática conhecida como “
Desenvolvimento Centrado no Usuário”, um dos pilares do
RUP - o framework de processo adotado pela LG.
RUP: Rational Unified Process® é um processo de engenharia de software. Ele oferece uma abordagem baseada em disciplinas para atribuir tarefas e responsabilidades dentro de uma organização de desenvolvimento.
Mais informações: http://pt.wikipedia.org/wiki/Rational_Unified_Process
Focos de atuação
A usabilidade possui dois focos de atuação: no
usuário e no
desenvolvimento do software. Em relação ao primeiro, propõe-se a facilitar a manipulação de um programa dispondo os elementos visuais da melhor maneira possível e estabelecendo padrões de comportamento de funções coerentes e repetitivos. Por exemplo, se for definido que um modo de inserção de vários dados em um campo é da maneira X, a cada vez que essa situação se repetir, o procedimento será o mesmo. Com isso a velocidade de utilização do programa aumenta e a curva de aprendizado diminui.